A pulsação do orkut no Brasil

Quarta-feira, Julho 29, 2009 7/29/2009 04:22:00 PM



Às vezes, sentimos que o e-mail, as mensagens instantâneas, o compartilhamento de vídeo e todos os recursos que usamos quando estamos on-line fazem parte do nosso dia a dia há muito tempo. A internet chegou longe para as pessoas cujo primeiro computador foi um TK 82, a primeira linguagem de programação foi o BASIC, o primeiro videogame foi o Pong e o primeiro navegador foi o Mosaic.

A internet não só se tornou uma plataforma para procurar informações, mas também está sendo usada cada vez mais para as pessoas se encontrarem e se expressarem em tempo real. Nós do Google quisemos saber um pouco mais sobre como vocês, nossos usuários no Brasil, estão interagindo on-line, principalmente através de redes sociais como o orkut, para saber o que vocês mais gostam nessas redes.

Com a ajuda de uma empresa de pesquisa de mercado, a Netpop Research, desenvolvemos uma pesquisa com algumas perguntas simples: Quem usa as redes sociais e o que essas pessoas fazem depois de ingressar nessas redes? Por que você ingressa nas redes sociais e quem você convida para ingressar com você? Você ama, odeia ou tem outra opinião sobre anúncios? A maior parte da nossa pesquisa teve foco no orkut, mas creio que o que aprendemos pode se aplicar a como as pessoas interagem nas redes sociais on-line em geral.

E aqui está o que descobrimos com 1000 usuários brasileiros sobre a experiência com as redes sociais e com o orkut.

O e-mail e os mecanismos de pesquisa ainda reinam.

Juntamente com as ferramentas on-line que você utiliza em um mês comum, descobrimos que 90% dos entrevistados usam e-mail e quase a mesma porcentagem usa mecanismos de pesquisa de sua preferência diariamente. Apesar disso, as redes sociais parecem atrativas: As 50 principais comunidades do orkut têm mais de 37 milhões de membros ao todo e quase 1,3 milhão de visitas diárias em todo o mundo.

As redes sociais têm o objetivo de... socializar.

O que a maioria de você faz ao ingressar em uma rede social de sua preferência? Socializar, é claro! Segundo a pesquisa da Netbop, 90% dos entrevistados acham que a maior vantagem das redes sociais é ter contato com velhos amigos, 89% usam as redes sociais para manter contato com a família e com amigos, 78% usam para expandir seu círculo social e 72% usam como passatempo! Outro fato interessante é que 83% dos entrevistados ingressaram em uma rede social porque seus amigos já haviam ingressado.



Os usuários do orkut se expressam!

E do que se trata ingressar e compartilhar? Trata-se de as pessoas se expressarem e serem ouvidas. Descobrimos que você está usando o orkut não só para publicar opiniões (81% dos entrevistados), mas também para compartilhar sua vida através de fotos suas (94% dos entrevistados) e de seus amigos (69% dos entrevistados).


No orkut, trata-se do pessoal, não do comercial... mas não há problemas em fazer negócios.

O mais interessante é que, embora a maioria dos entrevistados (41%) use o orkut por motivos pessoais e somente 3% usem o orkut com finalidades comerciais, é possível ver alguns anúncios contanto que eles estejam relacionados aos tópicos certos. Na verdade, 71% dos entrevistados não se importam em ver anúncios sobre descontos em suas lojas on-line favoritas.

Nós estamos escutando você.

Embora essa seja apenas parte dos resultados da pesquisa da Netbop, sempre queremos entender como você utiliza as nossas ferramentas (não só o orkut, mas todas elas) para que possamos continuar a aprimorá-las. Também queremos ter certeza de que a sua experiência com anúncios on-line o conecte com as marcas das quais você gosta e torne o tempo que você passa on-line divertido.

Por isso, mantenha-nos informados. Diga-nos o que você ama e se algum desses resultados o surpreendeu! Queremos que você saiba que estamos escutando. Para aqueles que queiram saber mais sobre as opções de publicidade on-line, visitem o blog do AdWords aqui.

Faça um bom proveito!


Explore a lua com o Google Earth

Segunda-feira, Julho 20, 2009 7/20/2009 11:44:00 AM



Neste dia 20 de julho celebramos um fato histórico para a humanidade. Há exatos 40 anos o mundo assistia à tripulação da nave Apollo 11 dar os primeiros passos na superfície lunar. Para comemorar, estamos lançando a lua no Google Earth, um atlas interativo em 3D da lua, disponível no Google Earth 5.0.

O novo recurso funciona como um atlas interativo em três dimensões a partir de dados e imagens capturados pelo altímetro a laser Kaguya. O novo recurso possibilita aos usuários participar de passeios guiados pelos astronautas Buzz Aldrin (Apollo 11) e Jack Schmitt (Apollo 17), visualizar fotos panorâmicas de alta resolução e assistir a gravações nunca antes divulgadas de imagens da superfície da Lua. Além disso, o Google Moon também inclui 'viagens conceituais' elaboradas pelas equipes que estão participando do Google Lunar X-PRIZE.

A nova ferramenta é o mais recente resultado do Space Act Agreement
, acordo que firmamos em novembro de 2006 com a NASA para a colaboração em uma série de atividades tecnológicas focadas em pesquisa e desenvolvimento.

Alguns recursos do Google Moon:

  • Imagens de satélite especiais - Para explorar imagens sobrepostas e descrições detalhadas das áreas da Lua selecionadas pela publicação Lunar Image of the Week, da Universidade do Estado do Arizona;
  • Imagens capturadas por espaçonaves Acesso a imagens capturadas pela câmera métrica das naves Apollo e Clementine ou pelo Lunar Orbiter;
  • Missões Apollo Viagem no tempo para a época da nave Apollo, com informações sobre os locais de pouso das missões Apollo 11 a 17. É possível explorar imagens similares à do recurso Street View com fotos panorâmicas, além de gravações inéditas de filmes feitos pelas espaçonaves e textos sobre os lugares vistos pelos astronautas em suas viagens para a Lua;
  • Passeios guiados - Com os astronautas Buzz Aldrin (da Apollo 11) e Jack Schmitt (da Apollo 17);
  • Mapas históricos – Plantas geológicas e topográficas da Lua criadas na época das missões Apollo e que foram usadas no centro de controle de viagens à Lua;
  • Objetos terrestres - Os tipos de equipamento exploratório que os seres humanos deixaram na Lua e onde eles podem ser encontrados hoje. Há objetos dos Estados Unidos, da antiga União Soviética, da China, da União Europeia, do Japão e da Índia -- alguns deles disponíveis em 3D.
Basta abrir o Google Earth 5.0 e alterar o modo de “Earth” (Terra) para “Moon” (Lua) na barra de ferramentas na parte superior da tela para acessar o Google Moon. O Google Earth 5.0 pode ser baixado do site http://earth.google.com.br/moon. Imagens do produto podem ser visualizadas na galeria virtual do Picasa.


O Google Friend Connect agora fala outros idiomas

Terça-feira, Julho 14, 2009 7/14/2009 01:37:00 PM


Sabemos que milhões de sites que usam o Google Friend Connect para construir comunidades em torno do seu conteúdo estão disponíveis em diversos idiomas. Para aqueles que ainda não o utilizaram, o Google Friend Connect oferece aos proprietários de sites uma forma fácil de adicionar recursos sociais aos sites, criando uma experiência social on-line unificada em diversos sites de toda a web.


Tendo proprietários e visitantes de sites em todo o mundo, disponibilizar o serviço em outros idiomas se tornou uma prioridade para a equipe.


Hoje temos o prazer de anunciar que o Google Friend Connect já está disponível em 47 novos idiomas, incluindo alemão, chinês, espanhol, francês, hindi, italiano, japonês, português e diversos outros. Basta que os proprietários configurem o idioma do site e o Google Friend Connect fornecerá automaticamente os gadgets para aquele idioma.



Além disso, o Google Friend Connect está integrado ao orkut, permitindo que você traga as suas amizades do orkut para um host de sites participantes. Para saber mais sobre esse e outros aprimoramentos recentes do Google Friend Connect, visite nosso blog Social Web (somente em inglês). Faça bom proveito do Google Friend Connect!


Apresentação do Google Chrome OS

Terça-feira, Julho 07, 2009 7/07/2009 02:49:00 PM


Os nove meses desde o lançamento do navegador Google Chrome foram emocionantes. Hoje, mais de 30 milhões de pessoas usam o Google Chrome como seu navegador principal. O Google Chrome foi criado para aqueles que praticamente vivem na web. Eles passam a maior parte do tempo lendo notícias, pesquisando, enviando e-mails, comprando e conversando com amigos.

No entanto, a maioria dos sistemas operacionais nos quais são executados os navegadores foi projetada em uma época em que a internet não existia. Achamos que a web deve ser o centro das experiências computacionais. Por isso, hoje anunciamos um projeto que é uma extensão natural do Google Chrome: o Google Chrome Operating System (Sistema operacional do Google Chrome). Esta é a nossa tentativa de repensar o que deveria ser um sistema operacional.

O Google Chrome OS (Sistema operacional do Google Chrome) é um sistema operacional de código aberto e leve destinado a netbooks. Ainda neste ano o seu código se tornará um código aberto e netbooks que executam o Google Chrome OS estarão disponíveis para os consumidores no segundo semestre de 2010.

Já estamos trabalhando neste projeto com nosso parceiros e, em breve, trabalharemos também com a comunidade de desenvolvedores de código aberto. Por isso queremos compartilhar nossa visão atual sobre o projeto para que todos entendam qual é o nosso objetivo.

Velocidade, simplicidade e segurança são os principais aspectos do Google Chrome OS. Ele está sendo projetado para ser rápido e leve com o objetivo de ser iniciado e levar você para a web em apenas alguns segundos. A interface é mínima para não interferir na navegação e a maior parte da experiência do usuário acontece na web.

Da mesma forma como fizemos com o navegador Google Chrome, estamos voltando aos fundamentos e reprojetando completamente a arquitetura de segurança básica do sistema operacional para que os usuários não precisem se preocupar com vírus, malwares e atualizações de segurança.

O Google Chrome OS poderá ser executado nas plataformas x86 e ARM, e estamos trabalhando com diversos fabricantes de equipamentos para colocar vários netbooks no mercado no próximo ano. A arquitetura do software é simples – o Google Chrome é executado em um novo sistema de janelas com base em um núcleo Linux. Para os desenvolvedores de aplicativos, a plataforma é a web.

Todos os aplicativos baseados na web funcionarão automaticamente e novos aplicativos poderão ser criados com o uso das tecnologias da web de sua preferência. Além disso, é claro, esses aplicativos não serão executados somente no Google Chrome OS, mas também em todos os navegadores baseados em padrões do Windows, Mac e Linux. Assim, os desenvolvedores terão uma base de usuários potenciais muito maior.

O Google Chrome OS é um novo projeto, que é uma iniciativa independente do Android. O Android, o sistema operacional de código aberto do Google para celulares, foi projetado desde o início para funcionar em vários tipos de dispositivos, desde telefones a netbooks. O Google Chrome OS foi criado especificamente para sistemas desde netbooks até desktops e projetado para usuários que passam a maior parte do dia on-line. Mesmo que existam áreas nas quais o Google Chrome OS e o Android coincidem, acreditamos que a escolha levará à inovação para o benefício de todos, até mesmo do Google.

Ouvimos muito de nossos usuários e de outras pessoas em geral que gostariam ter uma experiência computacional melhor. Eles gostariam de acessar o e-mail instantaneamente sem ter que esperar o computador e os navegadores serem iniciados. Gostariam que os computadores fossem executados rapidamente como faziam logo que foram comprados. Gostariam que os seus dados estivessem acessíveis a partir de qualquer lugar e de não ter que se preocupar em perder o computador ou em esquecer-se de fazer o back-up de seus arquivos.

Ainda mais importante, eles não querem passar horas configurando os computadores para trabalhar com novos hardwares nem se preocupar com constantes atualizações de software. Sempre que os nossos usuários têm uma experiência computacional melhor, o Google se beneficia com usuários mais satisfeitos, que por sua vez têm tendência a passar longas horas na internet.

Há muito trabalho a ser feito e com certeza precisaremos de muita ajuda da comunidade que trabalha com o código aberto para alcançar este objetivo. Se você tiver interesse pelo projeto, ou caso tenha outras dúvidas, consulte as nossas Perguntas frequentes. Estamos empolgados com o que está por vir e esperamos que você também esteja. Fique ligado para saber mais notícias a partir de setembro. Até lá, aproveite o inverno!


Vamos tornar a web mais rápida

Sexta-feira, Julho 03, 2009 7/03/2009 02:55:00 PM


Desde a criação de centros de dados em diferentes partes do mundo até a elaboração de interfaces de usuário altamente eficientes, nós do Google sempre nos esforçamos para tornar os nossos serviços ainda mais rápidos. Temos a rapidez como requisito principal no desenvolvimento de produtos e infraestruturas, porque nossa pesquisa indica que as pessoas preferem aplicativos mais rápidos e ágeis. Por meio de experiências constantes ao longo dos últimos anos, identificamos as boas práticas de desempenho que gostaríamos de compartilhar com a comunidade da web, no endereço code.google.com/speed (em inglês). Este é um novo site para desenvolvedores da web, com tutoriais, dicas e ferramentas de desempenho.

Estamos ansiosos para discutir o que aprendemos sobre o desempenho na web com a comunidade da internet. No entanto, para otimizar a velocidade dos aplicativos da web e tornar a navegação rápida tão rápida quanto folhear uma revista, precisamos trabalhar como uma comunidade para abordar desafios ainda maiores que tornam a web lenta e impedem que os usuários desfrutem de todo o seu potencial:
  • Muitos dos protocolos que movem a internet e a web foram desenvolvidos logo que a banda larga e os aplicativos ricos e interativos da web surgiram. As redes se tornaram muito mais rápidas nos últimos 20 anos e, com a colaboração de todos para atualizar protocolos como HTML e TCP/IP, podemos criar melhores experiências na web para todos. Um ótimo exemplo do trabalho em conjunto da comunidade é o protocolo HTML5. Com os recursos do HTML5, como o AppCache, os desenvolvedores, agora é possível escrever aplicativos para web pesados com linguagem JavaScript que serão executados de forma instantânea e que irão parecer e funcionar como aplicativos de desktop.
  • Na última década houve uma melhoria de quase 100% na velocidade do JavaScript. Os desenvolvedores de navegadores e as comunidades precisam manter esse novo foco no aprimoramento do desempenho para que o navegador se torne a plataforma escolhida por aplicativos ricos em recursos e complexos em termos computacionais.
  • Muitos websites podem se tornar mais rápidos com pouco esforço; a atenção de todos ao desempenho poderá acelerar a web como um todo. Ferramentas como o YSlow da Yahoo! e o Page Speed do Google (lançado recentemente) ajudam os desenvolvedores a criar aplicativos mais rápidos e mais ágeis. Nós, como comunidade, precisamos investir mais no desenvolvimento de uma nova geração de ferramentas para medir desempenho, diagnosticar e otimizar o trabalho com um clique.
  • Embora atualmente existam mais de 400 milhões de assinantes de banda larga em todo o mundo, o alcance da banda larga é relativamente baixo em muitas regiões do planeta. Algumas medidas foram tomadas para levar os benefícios da banda larga a mais pessoas, como a decisão da FCC (Federal Communications Commission, ou Comissão Federal de Comunicações nos EUA) de abrir os espaços em branco do espectro, algo bastante defendido pela comunidade da internet, inclusive pelo Google. Levar os benefícios do acesso confiável e barato à banda larga para todo o mundo deve ser um dos principais objetivos da nossa indústria.
Caso tenha ideias sobre como podemos abordar esses desafios e acelerar a web, compartilhe-as com o resto da comunidade. Vamos trabalhar juntos para tornar a web mais rápida.

A velocidade é importante

7/03/2009 12:08:00 PM




No Google, coletamos dados concretos para reforçar a nossa ideia de que "a velocidade é importante" na internet. O Google faz experiências na página de resultados de pesquisa para entender a experiência de pesquisa do usuário e aprimorá-la."

Recentemente, fizemos algumas experiências para determinar como os usuários reagem quando a pesquisa na web é mais lenta. Sempre consideramos a velocidade como uma vantagem competitiva. Portanto, essa pesquisa é importante para compreender o dilema entre aumentar a velocidade e aumentar o número de recursos disponíveis. Esperamos que, ao compartilhar informações com o público, fornecermos uma também uma visão mais precisa da importância da velocidade.

A ideia de velocidade, do ponto de vista do usuário final, tem base em diversos fatores, inclusive em quão rápido os resultados de pesquisa são gerados e em quanto tempo o navegador exibe o conteúdo. Em nossas experiências inserimos uma demora proposital no servidor para representar um desses fatores: aumentar o tempo de processamento antes e enquanto os resultados são transmitidos para o navegador. Em outras palavras, tornamos a entrega dos resultados de pesquisa mais lenta intencionalmente para saber a reação dos usuários.

Sem alterar os demais fatores e com base na quantidade de pesquisas feitas, maior uso significa mais usuários satisfeitos. Nossas experiências mostraram que diminuir a velocidade da página de resultados de pesquisa entre 100 e 400 milésimos de segundos causa um impacto considerável de -0,2% a -0,6% na quantidade de pesquisas feitas pelos usuários (média obtida ao longo de quatro ou seis semanas, dependendo da experiência). Isto significa um perda de 0,2% a 0,6% no número de pesquisas para diferenças de menos de meio segundo!

Além disso, à medida que ficam mais tempo expostos à experiência, os usuários fazem cada vez menos pesquisas. Os usuários que passaram por demoras de 200 ms desde o começo da experiência fizeram 0,22% menos pesquisas nas três primeiras semanas e 0,36% menos pesquisas entre a quarta e a sexta semanas.

Da mesma forma, os usuários que passaram por demoras de 400 ms desde o começo da experiência fizeram 0,44% menos pesquisas nas três primeiras semanas e 0,76% menos pesquisas entre a quarta e a sexta semanas. Mesmo que a página volte a ser mais rápida, leva tempo até que os usuários que passaram pela demora voltem a fazer pesquisas como anteriormente. Os usuários que passaram por demoras de 400 ms durante seis semanas fizeram em média 0,21% menos pesquisas nas cinco semanas após o fim da experiência.

Embora esses valores pareçam baixos, um impacto diário de 0,5% tem consequências reais em termos da pesquisa na web do Google e, mais especificamente, em termos da maioria dos sites da internet. Como o custo de um desempenho mais lento aumenta com o tempo e tem um efeito duradouro, incentivamos os designers de sites a pensar bastante sobre incluir recursos que prejudiquem o desempenho caso o benefício do recurso não seja comprovado. Para saber mais sobre como aprimorar o desempenho do seu site, visite code.google.com/speed (em inglês). Para saber mais detalhes sobre as nossas experiências, faça o download do PDF.

2,5 milhões de estudantes mineiros com o Google Apps

Quarta-feira, Julho 01, 2009 7/01/2009 11:47:00 AM


Como uma empresa que nasceu dentro de uma universidade, a educação sempre foi um tema central aqui na Google. Foi por isso que a empresa lançou, há quase três anos, o Google Apps Education, uma edição especial das ferramentas de comunicação, colaboração e publicação da Google destinada exclusivamente a instituições de ensino (escolas, universidades etc.). Sabemos que em um país desigual como o Brasil, a educação possui um papel ainda mais relevante para a construção de um futuro melhor para todos nós e que investir em tecnologia associada à educação é fundamental para o desenvolvimento sócio-econômico do país. É por essa razão que estamos muito contentes em anunciar a assinatura do primeiro acordo para implementação do Google Apps Education no Brasil.


(Alexandre Hohagen e Vint Cerf da Google e Aécio Neves, o Governador do Estado de Minas Gerais, ouvem ao pronunciamento do Secretario Portugal na cerimônia de assinatura)

Pelo acordo, assinado recentemente pelo Diretor Geral da Google para América Latina, Alexandre Hohagen, e pelo Governador do Estado de Minas Gerais, Aécio Neves, os mais de 2,5 milhões de estudantes e 165 mil professores da rede estadual de ensino de Minas Gerais terão acesso às ferramentas Google sem qualquer custo. A cerimônia de assinatura, ocorrida no Palácio da Liberdade em Belo Horizonte, contou ainda com a presença de Vint Cerf, Vice-Presidente mundial da Google, e marcou a celebração do segundo maior acordo de Google Apps Education em todo o mundo.

O Google Apps Education reúne o Gmail (e-mail), o Google Talk (comunicador instântaneo por texto, voz e imagem), o Google Agenda (agenda online), o Google Docs (edição e compartilhamento de textos, planilhas, apresentações e questionários) e o Google Sites (criação de sites e compartilhamento de textos, videos e informações em grupo). Todas essas ferramentas são integradas na rede das instituições de ensino parceiras e devidamente personalizadas para atender às necessidades daquela comunidade, mas continuam hospedadas pela Google, o que garante economia e facilidade, já que não há necessidade de armazenamento de dados, downloads, instalação e manutenção de softwares etc. O Google Apps Education oferece ainda ajuda e suporte à operação das ferramentas e toda a segurança necessária para as informações dos usuários.

A Google Brasil continuará trabalhando para colaborar com a expansão do acesso dos brasileiros à Internet e para que nossas ferramentas auxiliem um número cada vez maior de estudantes e professores a melhorar a educação em nosso país.