Quarta-feira, Dezembro 20, 2006 12/20/2006 07:56:00 PM
"Filho, se trabalho fosse divertido, não se chamaria trabalho".
Um dos mais populares (pelo menos entre os homens) é a mesa de pebolim ou totó, que fica no refeitório. Durante o dia inteiro dá para ouvir os gritos empolgados e o "ping!" do gol. Também é possível se divertir no lounge, equipado com tabuleiros de gamão, xadrez e damas. Há até uma variedade de brinquedos para criança, como carrinhos de encaixar peças e bloquinhos para montar. Além disso, por todo lugar estão espalhadas bolas de basquete, mini-cestas, bolas de futebol e mini-gols para o pessoal descarregar a energia.
De vez em quando, os mais ousados arriscam truques com claves e bolas de malabarismo. Como é proibido cuspir fogo dentro do escritório, a solução foi treinar manobras complicadas e malabares em grupos de três ou quatro pessoas.
Mas o que eu mais gosto são os disparadores Nerf. Esses brinquedinhos arremessam um projétil leve, que gruda na parede ou na roupa. Claro que, aplicando alguns elásticos, conseguimos aumentar a potência dos Nerf, fazendo com que os disparos voem bem mais longe que o normal. Pena que os projéteis acabam rápido demais.
Parece até que a galera não trabalha duro, mas é o contrário! É um alívio saber que, após horas na frente do computador, resolvendo problemas complexos, podemos separar dez minutinhos do dia para descansar e voltar com energia renovada. Ou até mesmo usar o tempo livre para deixar a mente se libertar das soluções simples e encontrar maneiras mais criativas de atacar os obstáculos do trabalho.
Uma coisa, pelo menos, é certa: o velho Jack não trabalhava no Google.

